19/07/12

Espetáculo de Honra 2013 do Festival de Almada

 

O Espetáculo de Honra 2013 do Festival Internacional de Teatro de Almada foi:

"O Sr Ibrahim e as Flores do Corão" 

do Teatro Meridional.


11/11/11

Encontro - Reflexão sobre Arte e Cultura (14 Novembro, 18h, Teatro do Bairro)

No dia 14 de Novembro das 18h as 20h no teatro do Bairro, convidamos @s trabalhadores das áreas da arte e da cultura e demais pessoas interessadas em reflectir acerca da Greve Geral convocada para dia 24 de Novembro. É urgente uma acção acompanhada de reflexão colectiva para que possamos contestar contra este sistema que teima em esquecer-se da Cultura, nos seus sucessivos governos. Tendo em conta a complexidade do momento que vivemos, desejamos que possa haver uma maior e diferente mobilização para este dia. 

O encontro começará com um ponto da situação das organizações e movimentos sociais que estão engajados na mobilização para a greve, pelo actor e activista dos PI's- precários inflexíveis, André Albuquerque, seguindo a discussão em debate aberto. 

A participação e a tua/vossa reflexão é necessária!

Uma iniciativa dos Intermitentes do Espectáculo e do Audiovisual, Precári@s Inflexíveis 


Os Artistas e Públicos Indignados associam-se na divulgação deste debate e contamos estar presentes para colaborar neste debate e nesta reflexão que urge encentar. Aparece e divulga...
(Link do evento Facebook aqui)

15/10/11

Se gritar 'Pega Ladrão', não fica um meu irmão



Hoje manifestaram-se milhões de pessoas por todo o mundo contra este sistema corrupto e caduco que em vez de criar riqueza, cria ricos. E por cada rico, cria muitos pobres.

As manifestações vão continuar e o número de manifestantes vai aumentar até que vamos ser tantos que seremos quase todos... E aí dá-se a mudança.

Até já


Acordei com uma dúvida: vou à manifestação ficando em casa ou indo para a rua? Estava a pensar ir, revejo-me neste movimento nacional e internacional, mas como já escrevi, o último comunicado dos promotores tirou-me a vontade de ir. A actualidade das declarações de Passos Coelho trouxe ao de cima uma questão de política interna que não me parece tão sedutora politicamente como o movimento global por uma cidadania com maior participação política. Aquilo que tinha sido muito claro no 12 de Março foi a firmeza com que os promotores conseguiram manter o seu discurso político de integração e de inclusão de pessoas que encontravam espaço para uma multiplicidade política que reforça a nossa cidadania. Porque a realidade política é uma pressão muito forte. Aquilo que me desagradou no último comunicado dos promotores do 15 de Outubro é que eles estavam a abrir a possibilidade do movimento ser conotado como um movimento contra este governo e as suas medidas impopulares conotando-o com um movimento de contestação ao governo que tem uma determinada expressão política e partidária. Abrindo caminho a que a mediatização do movimento seja feita por aí também. Não me revejo nessa linha de contestação política ao Governo. Partilho com ela muitas questões essenciais, entre elas a necessidade da renegociação da dívida, a necessidade de tributação de muitos rendimentos do capital que andam por aí a passear-se vistosamente, a necessidade acabar com ruinosos negócios público privados, a necessidade de uma política com maior componente de solidariedade social mas subsistem diferendos mais ou menos insuperáveis sobre a precariedade, o Estado, os direitos adquiridos, entre outros e, do ponto de vista da política portuguesa responsabilizo-os directamente, com o Partido Socialista, por estarmos com um governo de direita. É para mim de uma evidência cristalina que por mais pequeno que fosse o mínimo denominador político comum de um governo com apoio parlamentar do PS, do PCP e do BE, seria sempre maior do que aquele que existe com uma política defendida por um governo PSD/PP. E nesta perspectiva, não creio que este governo tenha feito algo ( excepto no plano constitucional, no qual algumas medidas deste governo já deviam ter sido colocadas, nomeadamente a da alienação de posições públicas a favor de privadas com evidente destrato do interesse público) que esteja para além daquilo que se esperaria de um governo como este. Está a defender a solidariedade com os seus grupos de interesses declarados, conhecidos. É portanto sobre um sistema político partidário que não permite encontrar as soluções para uma melhor governação da comunidade que eu, enquanto cidadão, me rebelo, me revolto, me indigno. E mesmo que continue a legitimá-lo através do meu voto, porque o sistema é tão viciado que o meu não voto é também uma legitimação do sistema, comecei, paralelamente, a tentar encontrar outras maneiras de dar sentido à minha participação política enquanto cidadão. Continuo (cada vez menos) com esta dúvida: vou à manifestação ficando em casa ou indo para a rua?

14/10/11

Porque vou à manifestação de 15 de Outubro

Não venho discutir manifestos, nem posturas ideológicas, nem governos e governantes, nem "austoritarismos"! Tudo isso é importante, mas por agora o que me une neste protesto global é outra coisa, que considero mais essencial...

Venho apenas declarar que quero ser parte da solução do meu futuro, do meu filho e dos filhos, dos filhos dos filhos dele...E porque tenho o direito constitucional que os meus pais e os pais dos pais deles souberam conquistar  na Revolução Francesa, nas lutas pela abolição da Escravatura, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, nas vitórias pelos Direitos Civicos,  ou na nossa Revolução de Abril quero juntar-me a todos e todas os que, em todo mundo, reclamam mais e melhor democracia, unir-me aos que exigem que o Futuro seja escrito por todos nós.

Vou portanto exprimir o meu direito de cidadania e expressar o meu compromisso para a criação colectiva de um mundo melhor.

E gostava de te encontrar por lá também!

07/10/11

Leituras Fatais...


Podiamos começar aqui um espaço dedicado a "leituras fatais" - aqueles livros ou artigos, ensaios ou poemas, que de um modo ou de outro nos marcaram de um modo decisivo...